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Especialistas em Soluções de Carregamento para Condomínios

Instalámos mais de 250 postos de carregamento no condomínio Bayline para a Vanguard Properties, um dos maiores projetos privados em Portugal. Da gestão dinâmica de carga à faturação automática por condómino, entregamos a infraestrutura de mobilidade elétrica chave-na-mão.

  • Mais de 250 postos no Bayline
  • Conformidade Portaria 128/2026
  • Faturação por condómino
  • Alvará IMPIC nº 119756 · OPC nº 84

Está a planear ou renovar um edifício?

Desde 27 de março de 2026, a Portaria 128/2026 estabelece prazos obrigatórios de pré-instalação de carregamento em edifícios novos (≥3,68 kW por lugar) e regras para edifícios existentes. Com licenciamento IMPIC completo (alvará nº 119756), garantimos a sua conformidade desde o projeto à instalação.

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Opções de Energia

Energia Serviços Comuns
A solução tradicional. A energia é cobrada à administração do condomínio que, por sua vez, distribui os custos a cada condómino consoante o respetivo uso.
Energia das Frações
Cada condómino assume os custos de uma ligação individual do seu lugar de garagem à sua fração, com os consumos integrados na fatura de energia da fração.

Serviço SOLX Park

Aplicação Informática
Com o serviço SOLX Park, veja a infraestrutura de carregamento em tempo real em qualquer lugar, controle os acessos aos carregadores e aceda a relatórios mensais detalhados, incluindo os valores da faturação individual automática.
Instalação Chave na Mão
Instalação rápida, sem complicações e em conformidade com todos os procedimentos de segurança, de uma infraestrutura capaz de executar gestão dinâmica de carga.

Porquê SOLX

Alvará IMPIC nº 119756
Licenciados para instalações elétricas e construção.
Operador de Postos (OPC) nº 84
Integrados na rede pública Mobi.E para faturação multi-utilizador.
SOLX Park & My SOLX
Plataforma de gestão própria com aplicação móvel para condóminos.
Operação completa
Instalação, operação e faturação direta, sem intermediários.

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Perguntas Frequentes

Um condómino pode instalar um carregador sem aprovação da assembleia de condóminos?

Sim. O Decreto-Lei n.º 93/2025, em vigor desde agosto de 2025, permite a qualquer condómino instalar um carregador no seu lugar de estacionamento, a expensas próprias. Se a instalação passar por partes comuns do prédio, basta comunicar por escrito à administração do condomínio com pelo menos 30 dias de antecedência; sem oposição válida nesse prazo, a instalação pode avançar. Para uma instalação individual no seu lugar, veja a página de privados.

Quando pode o condomínio opor-se à instalação de um carregador?

Só nos casos previstos na lei, por escrito e de forma fundamentada: se o condomínio instalar um ponto de carregamento partilhado equivalente nos 90 dias seguintes, se o edifício já tiver um ponto partilhado que assegure o mesmo serviço, se houver risco efetivo para a segurança de pessoas ou bens, ou se a instalação dificultar a circulação nos acessos comuns ou o cumprimento das normas de acessibilidade. A decisão é tomada no prazo máximo de 30 dias, por maioria simples, e qualquer recusa tem de ser comunicada por escrito em 15 dias.

Os condóminos podem carregar o carro com extensões nas tomadas da garagem?

Não. As tomadas das partes comuns estão, regra geral, ligadas aos serviços comuns, pelo que essa eletricidade acaba paga por todos os condóminos, e uma extensão doméstica não tem as proteções elétricas de uma instalação dedicada, o que aumenta o risco de sobreaquecimento. A alternativa correta é um carregador no lugar de estacionamento, com o consumo medido e pago por quem carrega, algo que a lei atual facilita mesmo em prédios antigos.

O que exige a Portaria 128/2026 ao meu condomínio?

Depende do tipo de edifício. Desde 27 de março de 2026, os edifícios novos têm de prever a pré-instalação de carregamento, com um mínimo de 3,68 kW por lugar de estacionamento, e os edifícios existentes ficam sujeitos a regras específicas. Apoiamos o condomínio na avaliação técnica e na conformidade, desde o projeto até à instalação.

Quanto custa ao condomínio?

Numa instalação individual, nada: a lei diz expressamente que a instalação é feita “a expensas do próprio”, pelo que nem o equipamento nem a obra elétrica pesam nas contas do condomínio. Numa solução partilhada, que a assembleia pode aprovar por maioria simples, o custo para o condomínio depende do modelo de energia: na Energia Serviços Comuns, o condomínio assume a infraestrutura e reparte a despesa de energia por quem carrega; na Energia das Frações, cada condómino paga a ligação do seu lugar à sua fração. No orçamento detalhamos os custos de cada cenário.

Como é repartida a despesa de energia entre condóminos?

A eletricidade é paga por quem carrega: a lei exige que o consumo dos carregamentos possa ser medido de forma autónoma, para não ser pago por quem não carrega. Com o SOLX Park, cada utilizador é identificado individualmente (cartão RFID ou app) e o consumo de cada sessão é registado no contador certificado MID de cada carregador. A administração do condomínio recebe relatórios mensais com o consumo por condómino, para imputar a despesa com rigor a cada um, sem cálculos manuais. No modelo Energia das Frações não há repartição: o consumo de cada carregador entra diretamente na fatura de energia da respetiva fração.

Há apoios do Estado para carregadores em condomínios em 2026?

Sim, o Fundo Ambiental tem aberto, em fases, incentivos para carregadores em condomínios multifamiliares. Na fase de junho de 2026, o apoio cobria 80% do preço do carregador até 800€ e 80% da instalação elétrica até 1000€, com o limite de um carregador por condómino, mas a verba esgotou-se no próprio dia de abertura. Se o condomínio pensa candidatar-se a uma próxima fase, convém ter os orçamentos e a documentação prontos antes de o aviso abrir.

Como é feita a gestão da potência sem reforçar a potência contratada?

Através de gestão dinâmica de carga: os carregadores comunicam entre si e ajustam automaticamente a potência atribuída a cada utilizador quando há carregamentos em simultâneo, respeitando o limite contratado. Isto evita o custo de reforço da potência do edifício, que seria muitas vezes proibitivo.

Que carregador recomendam para condomínios?

O NexBlue Delta Max: até 22 kW (mono/trifásico), com contador certificado MID para faturação, OCPP 2.0.1, balanceamento de carga e de fusível, no local e na cloud (Nexus™), e o sistema de backplates NexSync™ que acelera a instalação e a manutenção em escala. Preparado para bidirecional e ISO 15118 (V2G/Plug&Charge).