Carregador NexBlue, proteções Hager e instalação SOLX. Pronto a carregar em meio-dia.
Vamos a casa medir, fotografar e perceber o que é preciso
Desenhado para a sua casa, dimensionado ao quadro existente e à potência contratada
Carregador e proteções elétricas cuidadosamente escolhidos
Quadro dedicado, cablagem protegida e ensaios finais antes da entrega
Ligação à energia, configuração do carregador, demonstração consigo e ligação online quando possível
Instalações chave-na-mão tipicamente entre €1 500 e €2 500. O valor depende do comprimento dos cabos a instalar, do modelo do carregador e da marca dos equipamentos de proteção elétrica. Damos orçamento indicativo em 30 minutos após a primeira chamada; o orçamento vinculativo é fechado depois da visita técnica de viabilidade.
NexBlue Edge 2 749.07 IVA incluído
NexBlue Edge Max 999.006 IVA incluído
NexBlue Delta Max 1214.625 IVA incluído Tipicamente entre 1500€ e 2500€, conforme o carregador escolhido e a complexidade da instalação. Damos orçamento personalizado em cerca de 30 minutos após o primeiro contacto, incluindo equipamento, proteções elétricas e mão-de-obra.
Numa moradia ou apartamento com lugar de garagem próximo do quadro elétrico, a instalação é feita em meio-dia. Pode levar mais tempo se o cabo entre o quadro e o lugar passar dos 15 metros ou se for necessária alguma obra civil (passagem de tubo, abertura de roço, atravessamento de parede), sempre indicado no orçamento.
Instalações com carregador NexBlue e proteções Hager têm 5 anos de garantia, cobrindo equipamento e obra elétrica. As restantes instalações têm 2 anos. Em qualquer caso, o suporte é feito sempre pela equipa SOLX, sem intermediários.
Sim. Os carregadores NexBlue suportam carregamento solar dinâmico: usam o excedente de produção fotovoltaica para carregar o carro, baixando drasticamente o custo da eletricidade quando há sol.
O NexBlue Edge 2: até 22 kW (mono ou trifásico), preparado para bidirecional e ISO 15118 (V2G e Plug&Charge), com OCPP 2.0.1, balanceamento de carga e de fases, carregamento com excedentes solares, Wi-Fi/Ethernet/4G/Bluetooth e proteção diferencial RDC-DD 6 mA DC integrada (dispensa diferencial Tipo B extra). IP54/IK10 para uso exterior.
Não precisa de autorização da assembleia de condóminos. O Decreto-Lei n.º 93/2025, em vigor desde agosto de 2025, permite a qualquer condómino instalar um carregador no seu lugar de estacionamento, a expensas próprias. Se a instalação passar por partes comuns do prédio, basta comunicar por escrito à administração do condomínio com pelo menos 30 dias de antecedência; sem oposição válida nesse prazo, pode avançar.
O condomínio só pode opor-se nos casos previstos na lei, por escrito e de forma fundamentada. Pode recusar se instalar um ponto de carregamento partilhado equivalente nos 90 dias seguintes, se o edifício já tiver um ponto partilhado que assegure o mesmo serviço, se houver risco efetivo para a segurança de pessoas ou bens, ou se a instalação dificultar a circulação nos acessos comuns ou o cumprimento das normas de acessibilidade. A decisão é tomada no prazo máximo de 30 dias, por maioria simples, e qualquer recusa tem de ser comunicada por escrito em 15 dias; fora destes fundamentos, não pode impedir a instalação.
A instalação é paga pelo condómino interessado: a lei diz expressamente que é feita “a expensas do próprio”. Em alternativa, a assembleia pode deliberar por maioria simples avançar com uma solução partilhada em que o condomínio assume os custos, o que costuma compensar quando há vários interessados. Na instalação individual, nem o equipamento nem a obra elétrica pesam nas contas do condomínio.
A eletricidade é paga por quem carrega. A lei não impõe um método único de repartição; exige apenas que o consumo dos carregamentos possa ser medido de forma autónoma, para não ser pago por quem não carrega. Na prática há três opções: ligar o carregador ao contador da própria fração, contratar um contador autónomo só para o carregador, ou ligar aos serviços comuns com medição dedicada e acerto entre condóminos. Com o serviço SOLX Park, cada sessão fica registada num contador certificado MID e a administração recebe relatórios mensais com o consumo de cada condómino, para imputar a despesa com rigor e sem cálculos manuais.
Não, essa prática não é permitida. Um cabo pela fachada e pelo passeio usa partes comuns do prédio sem autorização e pode constituir perigo na via pública, o que é sancionável com coima ao abrigo do Código da Estrada. Além disso, uma extensão doméstica não tem as proteções elétricas de uma instalação dedicada, o que aumenta o risco de sobreaquecimento. A alternativa segura é um carregador no lugar de estacionamento, que a lei atual facilita mesmo em prédios antigos.
Sim, o Fundo Ambiental tem aberto, em fases, incentivos para carregadores em condomínios multifamiliares. Na fase de junho de 2026, o apoio cobria 80% do preço do carregador até 800€ e 80% da instalação elétrica até 1000€, com o limite de um carregador por condómino, mas a verba esgotou-se no próprio dia de abertura. Se pensa candidatar-se a uma próxima fase, convém ter o orçamento e a documentação prontos antes de o aviso abrir; na SOLX damos orçamento em cerca de 30 minutos.
Quando há vários interessados, a solução mais económica costuma ser uma infraestrutura partilhada com gestão dinâmica de carga: os carregadores comunicam entre si e ajustam automaticamente a potência em uso simultâneo, respeitando o limite contratado e evitando o custo, muitas vezes proibitivo, de reforçar a potência do edifício. A assembleia pode aprovar esta via por maioria simples. A SOLX instalou mais de 250 postos de carregamento no condomínio Bayline, um dos maiores parques de carregamento residenciais do país. Com o serviço SOLX Park, a administração recebe relatórios mensais com o consumo de cada condómino. Projetamos, instalamos e operamos tudo com a mesma empresa: saiba mais na página de condomínios.